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Deputados de Gaia reiteram que Câmara "não tem vocação" para assumir a gestão da ponte do Infante

6 de Maio de 2014 às 02:20

Os deputados da Assembleia Municipal de Gaia foram esta noite unânimes na ideia de que a autarquia "não tem vocação" técnica nem possibilidades financeiras de assegurar a gestão e conservação da ponte do Infante, contestando a decisão do Governo.

De acordo com o presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, a gestão e conservação da ponte do Infante teria um custo para a autarquia de "cerca de 300 mil euros por ano e acima de um milhão de euros de três em três anos".

Esta explicação foi dada por Vítor Rodrigues em sessão de Assembleia Municipal (AM) esta noite quando os deputados discutiam uma deliberação feita pela Câmara, a 07 de abril, de "impugnar judicialmente a decisão do Governo de atribuir aos Municípios de Gaia e do Porto a responsabilidade de gestão e conservação da ponte do Infante".

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