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Dilma Rousseff afirma que memória da ditadura é dívida do Governo com as vítimas

31 de Março de 2014 às 22:00

A Presidente brasileira Dilma Rousseff afirmou hoje que a memória sobre os acontecimentos durante a ditadura militar do país (1964-1985) é uma dívida do Governo para com os mortos, desaparecidos, torturados e perseguidos.

Rousseff discursou numa cerimónia que marcou os 50 anos do golpe militar brasileiro, ocorrido em 31 de maio de 1964. A Presidente integrou a resistência armada à ditadura e chegou a ser presa e torturada.

"O dia de hoje exige que lembremos e contemos o que aconteceu. Devemos isso a todos que morreram e desapareceram, aos torturados e perseguidos, às suas famílias, a todos os brasileiros. Lembrar e contar faz parte de um processo muito humano, desse processo que iniciámos com as lutas do povo brasileiro, pela amnistia, Constituinte, eleições diretas, crescimento com inclusão social, Comissão Nacional da Verdade, todos os processos de manifestação e democracia que temos vivido ao longo das últimas décadas", afirmou.

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