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Editores ouvidos na Provedoria da Justiça negam acusações sobre manuais escolares

Lusa 18 de Julho de 2016 às 13:13

A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) anunciou hoje que foi ouvida em junho pela Provedoria de Justiça, onde prestou "todas as informações e esclarecimentos" sobre alterações nos manuais escolares, rejeitando responsabilidades.

Num comunicado, a APEL indica que a audiência - pedida pela associação na sequência de uma queixa de cidadãos - decorreu a 29 de junho último, e acrescenta que, no encontro, "ficou claro que os editores escolares cumprem rigorosa e escrupulosamente a legislação relativa aos manuais escolares".

Em julho de 2015, o Movimento pela Reutilização dos Livros Escolares (Reutilzar.org) lançou uma campanha de recolha de reclamações/denúncias de "obstáculos à reutilização dos manuais", que culminaria com a apresentação de uma queixa ao Provedor de Justiça.

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