Escândalo da Odebrecht atinge principais partidos dominicanos

Todos os políticos acusados defenderam a sua inocência.
Por Lusa|31.05.17
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O escândalo do caso Odebrecht atingiu os dois principais partidos políticos da República Dominicana, depois de vários dos seus dirigentes terem sido acusados pelo seu alegado envolvimento nos subornos que a empresa brasileira pagou para conseguir obras públicas.

A acusação contra cinco dirigentes da direção do Partido da Libertação Dominicana (PLD), no poder, assim como contra o presidente do Partido Revolucionário Moderno (PRM, principal partido da oposição), o porta-voz da bancada de deputados dessa formação e outros dirigentes, coloca os partidos numa posição difícil.

Cinco meses depois de 'rebentar' o escândalo da Odebrecht, que admitiu ter pagado 92 milhões de dólares em subornos entre 2001 e 2014, período que abrange os governos dominicanos de Hipólito Mejía (2000-2004), do PRM, assim como os de Leonel Fernández (2004-2008 e 2008-2012) e do atual Presidente, Danilo Medina, ambos do PLD, a Procuradoria ordenou esta semana a detenção de 14 pessoas.

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