Escolas profissionais em grave situação financeira por atraso de verbas comunitárias

Por Lusa|29.11.17
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As escolas profissionais e cursos de educação e formação estão a recorrer à banca e a pagar juros por atraso das verbas comunitárias necessárias para pagar ordenados, fornecedores e até apoios sociais aos alunos, alertou o representante destas instituições.

À exceção das escolas da região de Lisboa e do Algarve, que são financiadas através do Orçamento do Estado, as restantes 120 escolas profissionais estão há meio ano sem receber os valores devidos dos fundos comunitários.

No passado ano letivo, "o Ministério da Educação fez um adiantamento de 65% dos fundos comunitários que permitiu cobrir as despesas das escolas até maio. Desde então, as escolas estão sem receber", explicou à Lusa o presidente da Associação Nacional de Escolas Profissionais (ANESPO), José Luís Presa.

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