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Correio da Manhã

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Família de Gisberta pode processar Estado

A família do transsexual brasileiro assassinado, no Porto, alegadamente por um grupo de menores, pondera processar o Estado português.
10 de Março de 2006 às 09:21
A intenção poderá contar com o apoio jurídico da Associação Abraço, segundo revelou um sobrinho do transsexual Gisberta, como era conhecido, em declarações ao jornal ‘Diário de Notícias’. Esta associação chegou a prestar auxílio a Gisberta, que se encontrava infectada com HIV.
De acordo com o mesmo jornal, os familiares de Gisberta, um transsexual sem-abrigo, já solicitaram ao Governo brasileiro ajuda no acompanhamento do processo, estando a aguardar resposta.
12 jovens, com idades entre os 10 e os 16 anos, alunos internos das Oficinas de S. José, no Porto, são suspeitos de terem espancado até à morte Gisberta, de 45 anos, sem-abrigo e toxicodependente. O seu corpo foi encontrado num fosso com cerca de dez metros de profundidade no piso subterrâneo de um parque de estacionamento na Avenida Fernão de Magalhães, no Porto, no final de Fevereiro.
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