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Federação do Táxi insiste em regulamento no aeroporto de Lisboa

Taxistas querem combater a "degradação da imagem do setor no aeroporto".
Lusa 3 de Fevereiro de 2017 às 05:03
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa
Taxistas durante manifestação junto ao Aeroporto de Lisboa

O presidente da Federação Portuguesa do Táxi, Carlos Ramos, insiste na necessidade da aplicação de um regulamento no aeroporto de Lisboa de forma a travar a "degradação da imagem" do setor num dos principais pontos de entrada no país.

Em entrevista à agência Lusa, na véspera de um encontro que vai reunir representantes e delegados da federação a nível nacional, no sábado, Carlos Ramos disse estar preocupado com a "degradação da imagem do setor no aeroporto".

"Estava previsto um regulamento de conduta, que continha a adesão dos empresários àquela praça, já que há muitos que não querem fazer lá serviço, e um conjunto de regras de admissão", explicou.

Carlos Ramos adiantou que, durante muito tempo, defendeu a criação de um regulamento para os aeroportos e portos marítimos, mas, como as duas associações que representam os taxistas (a FPT e a ANTRAL - Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros) não estavam de acordo, o Governo ia adiando qualquer solução.

Em 2014 foi constituído um grupo composto pela ANA -- Aeroportos, pelas duas associações representativas dos taxistas, pelo Governo, pela TAP e pela Área Metropolitana de Lisboa que chegou a concluir "um grande regulamento", mas o documento acabou por não sair da gaveta ao ser rejeitado pelo então ministro da Economia Pires de Lima.

Segundo Carlos Ramos, a proposta passava, entre outros pontos, por criar uma tarifa fixa de 20 euros para as viagens de táxi com início da zona de chegadas do aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, e que distem até 14,8 quilómetros (distância a que fica Belém, o local em Lisboa mais longe do aeroporto).

Essa tarifa seria depois adaptada ao aeroporto de Faro e do Porto, bem como aos portos marítimos.

"Estava tudo pronto, havia uma tarifa própria para trabalhar nos aeroportos, a ANA comprometia-se a investir nas infraestruturas para criar regras para os táxis, havia uma leitura dupla com um cartão do motorista e de matrícula para evitar habilidades, além da cobrança de um euro para a ANA, mas caiu", contou.

Carlos Ramos lembrou que ninguém, a não ser o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, há cerca de sete meses, voltou a defender a criação de uma taxa única.

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