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Fenprof termina congresso com garantias de luta e crítica a Marcelo

Mário Nogueira foi reeleito secretário-geral da Federação Nacional dos Professores com 97,35% dos votos.
Lusa 15 de Junho de 2019 às 22:24
Mário Nogueira,  secretário-geral da Fenprof
Mário Nogueira,  secretário-geral da Fenprof
Mário Nogueira,  secretário-geral da Fenprof
Mário Nogueira,  secretário-geral da Fenprof
Mário Nogueira,  secretário-geral da Fenprof
Mário Nogueira,  secretário-geral da Fenprof
Mário Nogueira,  secretário-geral da Fenprof
Mário Nogueira,  secretário-geral da Fenprof
Mário Nogueira,  secretário-geral da Fenprof

O 13.º congresso da Fenprof terminou com a garantia de luta pela contagem integral do tempo de serviço dos professores e críticas a Marcelo Rebelo de Sousa, que "não é o Presidente de todos os portugueses".

Mário Nogueira, reeleito secretário-geral da Federação Nacional dos Professores com 97,35% dos votos e que encerrou o congresso, em Lisboa, com a promessa de que os próximos desafios serão de luta pelos direitos dos professores e o rejuvenescimento da profissão, disse que os docentes não irão abdicar do tempo de serviço congelado e referiu-se a declarações do Presidente da República como "uma vergonha".

Os professores reivindicam a contagem de nove anos, quatro meses e dois dias (9.4.2) de tempo de serviço congelado e alguns docentes confrontaram o chefe de Estado com a questão, em Portalegre na semana passada, tendo Marcelo Rebelo de Sousa ironizado com os números.

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