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Correio da Manhã

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Filipe VI defende trabalho conjunto entre países ibéricos

Rei de Espanha lembra fala de união para "consolidar a recuperação" em discurso na Assembleia da República.
30 de Novembro de 2016 às 11:42
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Felipe VI e Letizia na chegada à Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Felipe VI e Letizia na chegada à Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
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Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
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Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Felipe VI e Letizia na chegada à Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República
Reis de Espanha recebidos na Assembleia da República

O rei Filipe VI de Espanha lembrou esta quarta-feira no parlamento português a crise económica que afetou gravemente os cidadãos dos dois países, defendendo que, retomada a "senda do crescimento", devem trabalhar para "consolidar a recuperação".

"Nos últimos anos, tanto Espanha como Portugal sofreram uma crise económica que afetou gravemente os nossos cidadãos. Hoje, as nossas economias retomaram a senda do crescimento e continuar a trabalhar no aprofundamento da relação económica bilateral é a melhor maneira de consolidar a recuperação, a criação de emprego e a sustentabilidade do modelo social que partilhamos", defendeu Filipe VI.

O chefe de Estado espanhol discursava na Assembleia da República numa sessão solene de boas-vindas por ocasião da visita de Estado de três dias a Portugal que hoje termina em Lisboa.

Qualificando os laços entre os dois países como "relações bilaterais sólidas" e "incomparáveis", o rei de Espanha afirmou que o "progresso mútuo em matéria económica assenta em números sem equivalente" de trocas comerciais.

Filipe VI destacou, entre os novos vínculos alcançados entre os dois países, o acordo de cooperação bilateral e a presença na "coligação internacional que luta contra a organização terrorista Daesh", numa referência ao grupo extremista que se autoproclama Estado Islâmico.

"A tranquilidade de portugueses e espanhóis deve muito ao trabalho ombro a ombro das nossas respetivas Forças Armadas, corpos de segurança e serviços de informações, na luta contra o terrorismo, a delinquência e a imigração ilegal", sustentou.

O rei de Espanha destacou também a "nobre tarefa" de dar a conhecer as respetivas línguas para a qual trabalham os institutos Camões, no caso português, e Cervantes, no caso espanhol, bem como iniciativas como a Mostra España e a Mostra Portuguesa ou o Prémio Luso-Espanhol de Arte e Cultura.

"Como tive oportunidade assinalar na minha visita Portugal, apenas uns dias depois da minha proclamação como rei de Espanha, a semelhança dos nossos dois grandes idiomas constitui uma das bases fundamentais da nossa força e singularidade", afirmou.

"Graças a essa afinidade podemos reconhecer hoje a existência de um grande espaço linguístico composto por uma trintena de países de todos os continentes e por mais de 750 milhões de pessoas. Um espaço formidável, de alcance e projeção universal, que não devemos perder de vista no mundo crescentemente globalizado em que vivemos", sustentou.

Filipe VI concluiu que, "de cada vez que a língua espanhola e a língua portuguesa se fazem mais universais, mais universais se fazem Portugal e Espanha".

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