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Frente Comum ameaça com protesto nacional

Sindicatos da Administração Pública exigem aumentos salariais de 4%.
Lusa 20 de Setembro de 2017 às 12:54
Ana Avoila
Ana Avoila
Ana Avoila
Ana Avoila
Ana Avoila, dirigente da Frente Comum
Ana Avoila
Ana Avoila
Ana Avoila
Ana Avoila
Ana Avoila, dirigente da Frente Comum
Ana Avoila
Ana Avoila
Ana Avoila
Ana Avoila
Ana Avoila, dirigente da Frente Comum

A Frente Comum da Administração Pública exigiu esta quarta-feira aumentos salariais de 4% para 2018, com um mínimo de 60 euros para todos os trabalhadores, e anunciou uma ação de luta nacional, que poderá ser uma greve ou uma manifestação a realizar em outubro ou novembro.

O anúncio foi feito aos jornalistas pela coordenadora da Frente Comum, Ana Avoila, em frente do Ministério das Finanças, onde a dirigente sindical entregou esta manhã uma resolução aprovada ontem na cimeira de sindicatos daquela estrutura da CGTP.

"Se o Governo não recuar nas suas intenções que têm sido publicamente anunciadas (...) naturalmente que os trabalhadores têm que lutar, não podem ficar parados e aceitar porque, a ser assim, é a continuação de políticas de austeridade na administração pública", disse Ana Avoila.

Segundo a dirigente sindical, a decisão da Frente Comum sobre a data e a forma de luta a adotar será tomada dia 03 de outubro e o protesto decorrerá "na última quinzena de outubro ou na primeira de novembro e será uma manifestação nacional ou uma greve".

A decisão, acrescentou Avoila, dependerá do resultado das negociações entre a estrutura sindical e o Governo, que estão a decorrer. A próxima ronda negocial está agendada para esta quinta-feira e em cima da mesa estão matérias como o descongelamento das carreiras na administração pública que, segundo o Governo, vai avançar no próximo ano, de forma gradual.

Ana Avoila reafirmou que a Frente Comum não cede nos aumentos dos salários, que estão congelados desde 2010, nem abdica de que o descongelamento das progressões na carreira abranja todos os trabalhadores.

Quanto ao aumento salarial de 4% exigido pela Frente Comum, Ana Avoila considerou o valor "razoável", tendo em conta a perda de poder de compra nos últimos anos dos trabalhadores da administração pública, de 9%, segundo disse, e o aumento do custo de vida.

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