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Funcionários de escola barricam-se nas instalações

Funcionários e alunos de uma escola de condução em Almada barricaram-se quinta-feira à noite nas instalações em protesto contra a falência da empresa, que consideram “fraudulenta”, e por não terem sido informados formalmente do encerramento da escola.
1 de Dezembro de 2006 às 16:54
Os doze empregados da escola aderiram todos ao protesto, justificando a situação com o facto de terem ordenados em atraso e “nunca” terem sido informados, pelo sócio-gerente Luís Jordão, do fecho definitivo da empresa.
Maria Adelaide Elias, sócia minoritária da empresa, afirmou que os funcionários “sabiam que a escola ia fechar no dia 30 de Novembro”, revelando que o anúncio foi feito pela mesma na Assembleia-Geral, realizada no passado dia 22.
No entanto, os empregados acusam Luís Jordão de nunca ter apresentado uma carta de despedimento ou documento para inscrição no centro de emprego. Os funcionários da escola de condução uniram-se em protesto por entenderem que a empresa foi à falência devido a uma “má gestão” do sócio-gerente.
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