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Correio da Manhã

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Galp e LNEC avaliam prédio

Já está em condições de segurança a instalação de gás canalizado do edifício de habitação onde ocorreu ontem uma explosão em Setúbal, depois de ter sido avaliada por uma equipa técnica da Galp Energia. Esta sexta-feira, técnicos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) vão avaliar as condições estruturais do prédio.
23 de Novembro de 2007 às 11:02
Em comunicado, a Galp Energia confirma que o edifício, o número 13 do Largo Afonso Paiva, em Setúbal, é abastecido de gás propano canalizado e será alvo de uma investigação para apurar as causas do acidente.
Entretanto, o LNEC está a avaliar as condições da estrutura do edifício, com o objectivo de apurar se existe perigo de uma derrocada devido à explosão.
Em declarações à rádio ‘TSF’, o comandante Alcino Marques, da Protecção Civil, confirmou que os três últimos pisos do prédio ficaram completamente destruídos. Para além da equipa do LNEC, estão também no local alguns técnicos da câmara e da Protecção Civil para procederem a “uma avaliação conjunta para determinar as condições gerais de segurança do prédio” com vista a tomar uma decisão, referiu o mesmo responsável.
Por agora, e até que estejam garantidas as condições de habitabilidade do prédio, a polícia manterá equipas de segurança no local.
A explosão ocorrida quinta-feira provocou 40 feridos e mais de centena e meia de desalojados. O incidente terá tido origem no sistema de distribuição de gás e foi ouvido a cinco quilómetros de distância.
QUATRO FERIDOS TIVERAM ALTA
Um dos feridos que quinta-feira foi transferido para o Hospital Garcia de Orta, em Almada, teve alta ainda ontem. Segundo fonte daquela unidade hospitalar, o ferido é um bombeiro que apresentava traumatismos ligeiros numa perna.
Outros três feridos, que deram entrada no Hospital de S. Bernardo, em Setúbal, com diagnóstico de estado considerado grave, também já receberam alta. Fonte do hospital explicou que o diagnóstico não se confirmou, pelo receberam alta.
MEIA CENTENA DE VEÍCULOS DANIFICADOS
Para além da destruição de parte do edifício, a explosão de provocou ainda estragos consideráveis em cerca de meia centena de viaturas. A Polícia de Segurança Pública e a Câmara de Setúbal já procederam à remoção das viaturas do local para uma zona de parque junto aos bombeiros de Setúbal.
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