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Correio da Manhã

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GNR condenado a pena suspensa

Hugo Ernano condenado ainda a indemnização de 35 mil euros. (atualizada às 19h01)
26 de Junho de 2014 às 15:17
O cabo da GNR, Hugo Ernano
O cabo da GNR, Hugo Ernano FOTO: Filipa Couto

O Tribunal da Relação de Lisboa condenou hoje o militar da GNR Hugo Ernano a quatro anos de prisão, suspensos na sua execução, e ao pagamento de uma indemnização de 35 mil euros.

O militar da GNR de Loures fora condenado e primeira instância a nove anos de prisão efectiva, depois de ter atingido mortalmente, a tiro, uma criança durante uma perseguição policial.

Defesa de GNR condenado pela Relação admite recorrer para o Constitucional (19h01)

A defesa do militar da GNR condenado esta quinta-feira pelo Tribunal da Relação de Lisboa a uma pena suspensa de quatro anos de prisão, por matar um jovem numa perseguição policial após um assalto, admite recorrer para o Tribunal Constitucional. A decisão do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) não é passível de recurso para o Supremo Tribunal de Justiça, mas há a possibilidade de recurso para o Constitucional.

"No recurso interposto para a Relação alegámos algumas inconstitucionalidades, o que nos permite, caso entendamos que há fundamento, recorrer para o Tribunal Constitucional. Vamos agora analisar o acórdão e decidir se há ou não matéria para interpor recurso", afirmou Ricardo Vieira, advogado do arguido, à saída do TRL.

Ricardo Vieira disse "não estar satisfeito" com a decisão, pois sempre lutou pela absolvição do seu constituinte, mas reconheceu sentir-se "um pouco aliviado".

GNR militar Hugo Ernano
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