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Correio da Manhã

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Governo admite reintrodução de 'call center' na Segurança Social

Governo de Pedro Passos Coelho encerrou em 2012 o centro que funcionava em Castelo Branco.
18 de Novembro de 2016 às 13:48
Segurança Social
Segurança Social FOTO: Tiago Sousa Dias
A secretária de Estado da Segurança Social disse esta sexta-feiraque há um plano estratégico para o atendimento na Segurança Social e admitiu a reintrodução de um 'call center' semelhante ao encerrado em Castelo Branco em 2012.

"Foi apresentado muito recentemente pelo presidente do instituto [Segurança Social] um plano estratégico para o atendimento na Segurança Social. Uma das medidas da avaliação que foi feita é que será fundamental avançarmos novamente com o centro de contacto por toda a organização do instituto e, neste momento, as diligências estão a ser tomadas", disse Cláudia Joaquim.

A governante, que falava aos jornalistas depois da abertura da I Feira Económica Social da região de Castelo Branco, sublinhou que o plano para o atendimento existe e que a reintrodução de um centro de contacto na Segurança Social é uma das medidas preconizadas.

O anterior Governo liderado por Pedro Passos Coelho encerrou em 2012 o centro de contacto nacional ("call center") Via Segurança Social que funcionava em Castelo Branco.

Então, o ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, justificou o seu encerramento e afirmou que o modelo de funcionamento do centro de atendimento Via Segurança Social, em Castelo Branco, era "insustentável" financeiramente.

Cláudia Joaquim sublinhou que nesta fase está a ser feita uma avaliação que aponta para o facto de que um centro de contacto com características semelhantes "será a melhor solução".

"De facto, a experiência que houve [em Castelo Branco] foi muito positiva e foi sentida por todos os cidadãos a nível nacional e é essencial voltarmos a ter um centro de contacto", sustentou.

Contudo, não excluiu a hipótese de Castelo Branco voltar a ter esse equipamento: " Naturalmente, em Castelo Branco, já tivemos uma experiência muito positiva e, portanto, não estará certamente excluído, mas neste momento é prematuro".

A secretária de Estado disse ainda que avaliação que está a ser concluída é sobre a necessidade da capacidade de resposta.

"É isso que está em causa, quantas chamadas deverão ser asseguradas para se prestar um bom serviço aos cidadãos a nível nacional", concluiu.
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