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Governo rejeita mais austeridade a curto prazo

"Não há, nesta altura, nenhuma intenção do Governo de tornar mais exigente o quadro de austeridade sobre os portugueses", afirmou esta terça-feira o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho. Mesmo admitindo que "o exercício orçamental será mais difícil e mais exigente do que aquilo que estávamos à espera", contrapôs que o Executivo tentará que os portugueses sejam "o menos penalizados possível por quaisquer medidas que tenham de ser adoptadas".
26 de Junho de 2012 às 14:58
Passos Coelho diz que Portugal evitou espiral recessiva
Passos Coelho diz que Portugal evitou espiral recessiva FOTO: d.r.

O primeiro-ministro recusou ainda a ideia de Portugal estar a entrar uma "espiral recessiva". "É uma questão de realidade, não é isso que está a acontecer", afirmou Passos Coelho, e acrescentou ainda ser "importante reconhecer as dificuldades e o que não correu bem, mas ao mesmo tempo reconhecer o que está a correr bem", para que o Governo "não pareça uma espécie de ET que está à frente de tudo, sem que as pessoas percebam o que se está a passar". 

O chefe do Governo falava no final de uma visita à fábrica da Nokia Siemens Networks, em Lisboa, que investiu 90 milhões na construção de um novo centro de investigação. Este investimento representa, em dois anos, a duplicação do número de postos de trabalho na empresa, dos actuais 1500 para 3000.

 

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