O primeiro-ministro português considerou hoje que está sobretudo nas mãos do Governo grego fechar um acordo político com os seus parceiros europeus, e voltou a defender que esse acordo tem de respeitar as regras europeias.
Na abertura de um debate preparatório do Conselho Europeu, na Assembleia da República, Pedro Passos Coelho manifestou o desejo de que não haja "nenhum rompimento de negociações entre o Eurogrupo e a Grécia" e disse não saber responder ao pedido do PS de informações sobre o "detalhe das negociações que estão a decorrer", mas considerou que o processo não tem caminhado para uma solução.
"Eu gostaria muito que a Europa não tivesse de passar por um acidente com a Grécia, mas volto a dizer, como tenho dito: nós precisamos de encontrar as soluções dentro dos quadros institucionais e das regras europeias. E não é possível fechar um acordo político, nem entre ministros das Finanças, nem entre chefes de Estado e de Governo, se esse conjunto de regras não for observado. E, nessa medida, eu creio que está sobretudo nas mãos do Governo grego poder concluir estas negociações de forma favorável para todos", acrescentou.
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