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Há 30 cursos superiores a garantir emprego certo

No ensino público, o desemprego baixou para 5,5%, enquanto no ensino privado subiu para 5,7%.

06 de julho de 2018 às 10:59

Existem 30 cursos superiores com uma taxa de desemprego de 0% entre recém diplomados. Entre esses cursos, dez são do ensino privado e os restante 20 pertencem a instituições do ensino público.

Os cursos com empregabilidade garantida no país são: os seis mestrados integrados de Medicina que existem no país, as três licenciaturas em Teologia da Universidade Católica Portuguesa, a licenciatura em Tradução e Interpretação de Português/Chinês e Chinês/Português, do Politécnico de Leiria, três dos cursos de enfermagem (Escola Superior de Saúde Egas Moniz, Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa e Instituto Politécnico de Setúbal) e ainda Meteorologia, Oceanografia e Geofísica, da Universidade de Lisboa, Música, variante de Execução, do Politécnico de Lisboa ou Ciências do Mar, da Universidade de Aveiro, segundo noticia o jornal Público.Já os cursos com taxas de desempregabilidade mais altas são: Arquitectura (Universidade de Évora), Comunicação Multimédia (Politécnico da Guarda) e Educação Ambiental (Politécnico de Bragança), com mais de 20% de taxa de desempregabilidade.

Os dados disponibilizados no portal Infocursos a partir desta sexta-feira mostra ainda que há menos recém-diplomados do ensino público no desemprego comparativamente aos últimos anos. As taxas de emprego e desemprego entre os recém-diplomados foi calculada pela Direcção-Geral do Ensino Superior e pela Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência.

Segundo a DGES, a taxa de desemprego para aqueles que tiraram um curso numa instituição pública de ensino, é de 5,5%, enquanto os que se diplomaram no ensino privado, a taxa de desemprego aumenta para os 5,7%. Estes valores representam, relativamente ao ensino público, uma melhoria, já que em 2016 era de 7,2%. Mas no caso dos que frequentaram instituições privadas, registou-se um ligeiro agravamento, já que em 2016 a taxa era de 5,4%.

Embora a taxa de empregabilidade possa não ser, para já, o principal motivo para escolher um curso para os alunos que estão a acabar o 12º, pode ter alguma influência na escolhas que têm de fazer a partir de 18 de Julho, data em que começa o concurso nacional de acesso ao ensino superior.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) considera "recém-diplomados" como aqueles estudantes que terminaram os cursos entre os anos lectivos 2012/13 e 2015/16. Para calcular a taxa de desemprego foram considerados os que "se encontravam desempregados em Junho 2017 ou em Dezembro de 2017, calculando-se a percentagem média de desemprego registado nestes dois meses de referência", esclarece o ministério.

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