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Mais de 145 casas destruídas pelo fogo em Arganil

85 das casas consumidas pelas chamas eram de primeira habitação.
Lusa 6 de Novembro de 2017 às 12:37
Fogo em Arganil causou danos avultados
Fogo em Arganil causou danos avultados
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Fogo em Arganil causou danos avultados
Fogo em Arganil causou danos avultados
Fogo em Arganil causou danos avultados
Fogo em Arganil causou danos avultados
Fogo em Arganil causou danos avultados
Fogo em Arganil causou danos avultados

Mais de 145 casas foram "totalmente destruídas" pelos últimos incêndios no concelho de Arganil, sendo pelo menos 85 de primeira habitação, anunciou esta segunda-feira a Câmara Municipal.

Em comunicado para atualizar os dados sobre os prejuízos provocados nas residências pelo fogo, a Câmara sugere aos proprietários das casas de primeira habitação "cujas obras de reabilitação sejam de valor inferior a 25 mil euros" para contactarem o gabinete de apoio à presidência deste município do distrito de Coimbra.

"O número de habitações totalmente destruídas pelos incêndios florestais que lavraram o concelho de Arganil, nos dia 15 e 16 de outubro, já ultrapassa as 145, sendo que mais de 85 são de primeira habitação", sublinha.

Desde 31 de outubro, "estão no terreno" técnicos responsáveis pelo levantamento arquitetónico das casas de primeira e segunda habitação, parcial ou totalmente destruídas pelas chamas.

"A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, através de equipas técnicas contratadas para o efeito, pretende concluir muito rapidamente este processo de levantamento rigoroso dos edifícios danificados", segundo a nota.

Tal processo, em que colaboram técnicos da Câmara Municipal, presidida pelo social-democrata Luís Paulo Costa, e das juntas de freguesia, "é um elemento essencial para cumprir o objetivo de reconstruir o concelho de Arganil", acrescenta.

As centenas de incêndios que deflagraram no dia 15 de outubro, o pior dia de fogos do ano, segundo as autoridades, provocaram 45 mortos e cerca de 70 feridos, perto de uma dezena dos quais graves.

Os fogos obrigaram a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

Esta foi a segunda situação mais grave de incêndios com mortos em Portugal, depois de Pedrógão Grande, em junho, em que um fogo alastrou a outros municípios e provocou, segundo a contabilização oficial, 64 vítimas mortais e mais de 250 feridos. Registou-se ainda a morte de uma mulher que foi atropelada quando fugia deste fogo.

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