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Correio da Manhã

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Instabilidade no centro de Moçambique atinge negócios de portugueses

Os confrontos entre a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) e o Exército travam investimento.
22 de Junho de 2014 às 09:58

Empresários portugueses na região centro de Moçambique estão a ser atingidos pelas ondas de choque dos confrontos entre Renamo e Exército, que mantêm a economia local em pausa, e esperam que a crise seja transitória.

"Os projetos grandes estão paralisados, tudo em banho-maria, e os que ainda estão a andar decorrem a uma velocidade mais lenta", descreveu à Lusa José Gonçalves Lopes, administrador da Godiba, uma empresa portuguesa sediada na Beira, província de Sofala, e dedicada aos transportes, construção, turismo e logística.

Esta tem sido a região mais afetada pelo despertar dos confrontos entre a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) e o Exército, apimentados por um diálogo sem evolução há mais de um ano e ainda por uma escalada nas últimas semanas das emboscadas quase diárias do braço armado do maior partido de oposição às escoltas militares das colunas civis na principal estrada do país.

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