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Instituto brasileiro ajudou a fornecer vacinas para travar febre-amarela em Angola

Lusa 19 de Setembro de 2016 às 19:17

As autoridades internacionais de saúde já forneceram mais de 27 milhões de doses da vacina contra a febre-amarela a Angola e à Republica Democrática do Congo (RDCongo), para travar a epidemia, com a contribuição do instituto brasileiro Bio-Manguinhos.

A informação consta do relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) libertado hoje e consultado pela Lusa, dando conta que estas doses foram garantidas pelo grupo internacional que coordena as reservas mundiais da vacina (ICG) e que "doses adicionais" foram ainda fornecidas pelo instituto brasileiro de tecnologia em imunobiológicos Bio-Manguinhos, mas sem precisar a quantidade.

Trata-se da uma unidade da Fundação Oswaldo Cruz, do Rio de Janeiro, que assegura o "desenvolvimento tecnológico e a produção de vacinas, reativos e biofármacos" para atender "prioritariamente às demandas da saúde pública" brasileira, segundo informação do próprio instituto.

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