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Correio da Manhã

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Instituto da Criança denunciou corrupção nas adoções de menores em lar da IURD

Primeira denúncia chegou ao Ministério da Segurança Social em 2000. Processo foi arquivado.
Tânia Laranjo 12 de Dezembro de 2017 às 20:45
Antigas instalações do Lar Mão Amiga, da IURD, em Camarate
Antigas instalações do Lar Mão Amiga, da IURD, em Camarate FOTO: CMTV

O Instituto Português da criança denunciou suspeitas de corrupção nas adoções no lar da IURD, então na Avenida Gago Coutinho, em Lisboa.

A primeira denúncia chegou ao Ministério da Segurança Social em 2000, então tutelado por Ferro Rodrigues, e o processo foi arquivado no ano seguinte, em janeiro.

O relatório explosivo que a CMTV teve acesso indica que as suspeitas de adoções ilegais não foram investigadas. Mas foram verificadas, por exemplo, condições de salubridade do espaço.



O Ministério concluiu que não podia haver adoções ilegais, porque a IURD não tinha qualquer intervenção no processo de adoções.

O Lar ‘Mão Amiga’ foi condenado na altura a uma admoestação e ao pagamento de 50 euros, de custas judiciais, no ano de 2003.

A IURD está sob suspeita de ter promovido a adoção ilegal de crianças que estavam entregues ao lar 'Mão Amiga'. Os menores terão sido levados para fora do país, à revelia das suas mães.

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