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IPO já registou mais de cem casos de coronavírus. Há quase 80 profissionais de saúde doentes ou em quarentena

Neste surto foram contagiados 21 doentes, muitos dos quais tiveram alta e foram recuperar da covid-19 em casa.
Lusa 1 de Julho de 2020 às 18:57
Graça Freitas
Graça Freitas
Graça Freitas, Diretora-geral da Saúde
Graça Freitas
Graça Freitas
Graça Freitas, Diretora-geral da Saúde
Graça Freitas
Graça Freitas
Graça Freitas, Diretora-geral da Saúde
Mais de cem casos de covid-19 foram identificados no Instituto Português de Oncologia (IPO) e há quase 80 profissionais de saúde doentes ou em quarentena, afirmou hoje a diretora-geral da Saúde.

Graça Freitas, que falava numa conferência de imprensa no Ministério da Saúde, referiu que, no acumulado, se registaram 110 casos de infeção e que no surto atual se incluem "pelo menos 33 profissionais" doentes e 43 que estão de quarentena porque estiveram em contacto com pessoas infetadas.

Neste surto foram contagiados 21 doentes, muitos dos quais tiveram alta e foram recuperar da covid-19 em casa.

O IPO reorganizou os serviços e os doentes "continuam a ser atendidos", afirmou Graça Freitas, referindo que "este surto ainda continua sob observação e continuam a ser testadas pessoas" a um ritmo de cerca de 160 por dia.

"O IPO atende regularmente e em segurança os seus doentes", frisou a diretora-geral da Saúde.

Quanto ao hospital Egas Moniz, em Lisboa, detetaram-se 20 casos positivos entre doentes e 13 entre trabalhadores: quatro médicos, sete enfermeiros, um assistente operacional e uma pessoa de uma empresa externa de limpeza.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 511 mil mortos e infetou mais de 10,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.579 pessoas das 42.454 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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