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Jerónimo Martins prevê investir entre 700 a 750 milhões de euros este ano

Investimento visa melhoria da infraestrutura operacional e logística em Portugal, Polónia e Colômbia.
Lusa 27 de Fevereiro de 2019 às 18:23
O presidente do Conselho de Administração e Administrador-Delegado do Grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos
O presidente do Conselho de Administração e Administrador-Delegado do Grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos
O presidente do Conselho de Administração e Administrador-Delegado do Grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos
O presidente do Conselho de Administração e Administrador-Delegado do Grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos
O presidente do Conselho de Administração e Administrador-Delegado do Grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos
O presidente do Conselho de Administração e Administrador-Delegado do Grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos
O presidente do Conselho de Administração e Administrador-Delegado do Grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos
O presidente do Conselho de Administração e Administrador-Delegado do Grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos
O presidente do Conselho de Administração e Administrador-Delegado do Grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos
O presidente do Conselho de Administração e Administrador-Delegado do Grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos
O presidente do Conselho de Administração e Administrador-Delegado do Grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos
O presidente do Conselho de Administração e Administrador-Delegado do Grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos

A Jerónimo Martins prevê investir entre 700 e 750 milhões de euros este ano, nos quais se incluem a melhoria da infraestrutura operacional e logística em Portugal, Polónia e Colômbia, anunciou esta quarta-feira a dona do Pingo Doce.

"Em 2019, o grupo prevê investir 700-750 milhões de euros, alocado a três áreas principais", refere a Jerónimo Martins, em comunicado sobre os resultados de 2018 enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

As três áreas são a expansão da Biedronka, Hebe (Polónia), Pingo Doce (Portugal) e Ara (Colômbia), "'upgrade' contínuo das lojas existentes" e a "melhoria da infra estgrutura operacional e logística nos três mercados", refere a empresa.

O lucro da Jerónimo Martins subiu 4,1% no ano passado, face a 2017, para 401 milhões de euros, refletindo "um desempenho operacional muito positivo" do grupo.

"Entrámos em 2019 confiantes de que vamos conseguir tirar proveito das oportunidades de crescimento para reforçar as posições que detemos", refere o grupo, apontando que para a Polónia espera a "manutenção de um bom desempenho económico".

A cadeia de supermercados polaca Biedronka "está bem preparada para continuar a adaptar-se à implementação progressiva da proibição de abrir as lojas ao domingo, com o crescimento das vendas LFL ['like-for-like', ou seja, vendas em lojas que operaram sob as mesmas condições no período em análise] de 2019 a ter, no entanto, de refletir os efeitos de menos 13 dias de vendas e também da inflação no cabaz, que se espera que se mantenha em baixa".

A Biedronka "irá acrescentar cerca de 50 novas localizações destas unidades mais pequenas às cerca de 100 aberturas (cerca 60 adições líquidas) previstas no seu formato mais comum", refere o grupo, que adianta que a Hebe, cadeia polaca dedicada à saúde e beleza, "continuará a enfrentar com assertividade o impacto da proibição de abertura ao domingo, prosseguindo a expansão da sua rede de lojas (cerca 50 novas lojas) e a melhoria da sua rentabilidade".

Além disso, a marca "irá avançar para o reforço da conveniência através de uma abordagem omnicanal ao mercado polaco da saúde e beleza", acrescentam.

No mercado português, apesar de esperar "abrandamento económico, antecipamos um padrão estável no consumo alimentar", refere a Jerónimo Martins.

O Pingo Doce e o Recheio "continuarão focados em ganhar quota de mercado e em manter-se como primeira escolha", sendo que a marca de supermercados "deverá manter o ritmo de expansão de lojas, continuando também a investir no programa de remodelações".

No mercado colombiano, a cadeia de supermercados Ara vai continuar a expandir a infraestrutura física, "mantendo o ritmo de aberturas, enquanto se prepara para inaugurar dois centros de distribuição no final de 2019".

O grupo irá também trabalhar nas vendas e nas variáveis-chave de rentabilidade para reduzir as perdas geradas ao nível do resultado antes de impostos, juros e depreciações (EBITDA).

A Jerónimo Martins espera que a Hebe atinja o 'break-even' [ponto de equilíbrio] do EBITDA e que a Ara registe "uma redução de 20-25% das perdas geradas em relação a 2018, a taxa de câmbio constante".

As vendas do grupo subiram 6,5%, no período em análise, para 17.337 milhões de euros, com um aumento das vendas LFL de 3,1%.

O EBITDA aumentou 4,1% para 960 milhões de euros.


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