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Correio da Manhã

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Liberalização das comunicações transparente

O Presidente da República, Cavaco Silva, advertiu esta quinta-feira que a liberalização das comunicações deve ser feita “de forma transparente e equilibrada”, de modo a permitir a “expressão de todos os interesses legítimos” e combater o “instinto proteccionista”.
6 de Dezembro de 2007 às 20:57
No encerramento do Congresso das Comunicações 2007, que decorreu desde segunda-feira, no Estoril, o Chefe de Estado argumentou que a liberalização só será “sustentável e benéfica se gerar a confiança dos consumidores, dos operadores, dos trabalhadores e dos investidores”.
No discurso, Cavaco Silva considerou que não basta “uma regulação credível, consistente e transparente”, sendo também necessário “combater os excessos burocráticos e administrativos que por vezes escondem um verdadeiro proteccionismo”.
“Neste sector, tão particularmente dinâmico e competitivo à escala planetária, a incerteza quanto às regras de jogo ou a sua frequente alteração distorcem a concorrência e desincentivam o investimento, com reflexos negativos para os consumidores”, concluiu.
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