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Mais de 200 guias turísticos "piratas" oferecem-se na internet para trabalhar no Porto

Lusa 20 de Agosto de 2017 às 09:00

Desde que, em 2013, foi abolida a carteira profissional nos guias intérpretes, o acesso à atividade registou um forte impulso, com os "guias piratas" do Porto registados em plataformas online a serem mais de 200.

É uma "guerra silenciosa", cheia de olhares cúmplices aquela que diariamente se verifica nas ruas do Porto entre os guias certificados pelo Sindicato Nacional de Actividade Turística, Tradutores e Intérpretes (SNATTI) e os autopropostos que, a coberto de agência de visitas grátis (free tours em inglês), buscam o seu sustento quase sempre pisando os mesmos espaços.

Com as redes sociais como princípio e fim de todo este mundo paralelo, é nas páginas pessoais que começa, muita vezes, a aventura pelo turismo no Porto, umas vezes potenciando conhecimentos específicos, como seja, línguas, História e Arquitetura, outras como alternativa à falta de emprego.