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Manuela contra "dirigismo asfixiante" do Estado

A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, afirmou esta quinta-feira que o PSD se propõe a ter um Estado que "não viva para a propaganda, nem para os auto-elogios das lideranças", que não se reveja no "dirigismo asfixiante", num contraponto com o PS. A líder social-democrata não nomeou os socialistas directamente, mas o destinatário era óbvio.
27 de Agosto de 2009 às 19:49
Manuela contra 'dirigismo asfixiante' do Estado
Manuela contra 'dirigismo asfixiante' do Estado FOTO: d.r.

'Portugal precisa de confiança e esperança assente na verdade', defendeu Manuela Ferreira Leite na casa do Futuro da Fundação das Comunicações, na apresentação do seu programa eleitoral 'Compromisso de Verdade'.
 
A candidata a primeira-ministra, que contou com a presença de Rui Rio na iniciativa, considerou que o programa eleitoral não 'foi feito por um conjunto de sábios' que já fizeram vários programas, mas é, antes, um documento, cujas soluções são 'susceptíveis de serem executadas'.
 
'Tomamos o compromisso de dar prioridade à economia, às questões sociais de solidariedade e de saúde, à justiça, à educação e à segurança', sintetizou Ferreira Leite numa sala pequena para tantos militantes sociais-democratas, alguns deles critícos da sua estratégia nas listas para as legislativas, como Carlos Carreiras.
 
Reduzir em dois pontos a taxa social única, a prisão preventiva para crimes de violência doméstica e violação ou a criação de um programa profissional de estágios para desempregados, são algumas das novidades do programa, além de um novo estatuto remuneratório para os magistrados.
 
Ferreira Leite prometeu ainda uma 'luta sem quartel' contra a corrupção e mudança radical da política de obras públicas, com a suspensão do TGV.

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