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Marcelo contra greve

Marcelo Rebelo de Sousa entende que esta é uma “má ocasião” para a realização da greve de professores que coincide com a realização dos exames nacionais do 9.º e do 12.º ano.

20 de junho de 2005 às 01:11

O professor condena a paralisação dos professores porque considera que “à defesa de um interesse corporativo se sobrepõe um interesse geral mais vasto comum a toda a sociedade”.

Na sua habitual análise na RTP, Rebelo de Sousa defendeu a solução encontrada pelo Governo para a requisição de professores para a prestação de serviços mínimos.

“É um direito que o Governo utiliza pela primeira vez em relação ao ensino, depois de anteriores governos o terem feito perante greves em sectores como o gás, electricidade ou hospitais”. “Acho bem”, precisou, explicando que “esta greve ocorre durante os exames do 9.º e 12.º ano, elementos vitais à educação, um sector básico da sociedade, e não no dia-a-dia”.

Antigo adversário político de Álvaro Cunhal, Marcelo Rebelo de Sousa traçou um perfil do dirigente comunista em que o classificou como “uma figura mítica antes mesmo de morrer”. Cunhal criou a diferença na política por aspectos como: “seguir a mesma doutrina entre os 14 e os 91 anos; ser despojado dos bens materiais e separar a privacidade da vida pública”, disse.

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