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Correio da Manhã

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Marinho Pinto: "Temos de acabar com o carreirismo na política"

Cabeça de lista do Movimento do Partido da Terra acusa partidos do arco da governação de servirem clientelas.
11 de Maio de 2014 às 11:50

O cabeça de lista do Movimento do Partido da Terra (MPT) acusa PS, PSD e CDS de "servirem clientelas específicas" e defende que existe pouca "transparência" na política portuguesa, refere o Diário de Notícias.

Em entrevista ao jornal diário, o ex-bastonário da Ordem dos Advogados recusa o rótulo de demagogo ou populista e deixa muitas farpas a Paulo Rangel. Marinho Pinto condena que haja "uma imensidão de pessoas a gravitar em torno dos partidos" e, embora não queira julgar o trabalho dos eurodeputados portugueses, vinca que "alguns não fizeram nada" em Bruxelas.

O cabeça de lista do MPT afirma ainda que muitos deputados apenas vêem o lugar no Parlamento Europeu como uma "prateleira dourada" porque "estão à espera de outros voos", isto é, da "oportunidade para serem líderes partidários". 

O ex-bastonário garante que vai a votos no próximo dia 25 com as bandeiras da "liberdade, justiça e igualdade", uma vez que quer uma "Europa dos cidadãos", ao invés de uma "Europa do dinheiro" e, a terminar a entrevista, Marinho Pinto não descarta candidatar-se à Presidência da República.

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