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Metade dos jovens troca fotos de sexo ou nudez

Estudo diz que os jovens se sentem pressionados a terem relações sexuais.

20 de agosto de 2014 às 14:46

Oitenta por cento dos adolescentes britânicos afirmam que a pornografia está muito acessível, até por acidente, revela um estudo sobre sexo e novas tecnologias. Mais de metade diz ter encontrado, por acidente, imagens que os deixou desconfortáveis.

Ainda assim, dois terços das raparigas, e a maioria dos rapazes, afirma que seria mais fácil 'crescerem' sem este acesso tão fácil. Estes vídeos pressionam as raparigas a terem uma 'certa aparência', afirmaram 68% dos inquiridos, e sete em cada 10 disse ainda que a pornografia encoraja a visão das mulheres como objetos.

A maioria concorda que a pornografia pressiona mais a sua geração a praticar relações sexuais do que as gerações anteriores.

Mas enviar fotografias explícitas (sexuais ou com nudez) por telemóvel é agora uma atividade diária na vida dos jovens de 18 anos, sendo que 46% afirma fazê-lo e encara isso com normalidade.

Dois terços dos jovens pensam que as pessoas têm um comportamento "demasiado descontraído" quanto ao sexo. A Internet é a principal fonte de informação sobre sexo e relações para os jovens (26%).

Muitos alunos afirmam que as próprias aulas de educação sexual os pressionam, visto que passam a ideia de que "o sexo é normal e o podem fazer desde que estejam protegidos". Quarenta por cento dos alunos disse que estas aulas deveriam ser dadas por um especialista e não pelos professores.

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