A rota do Mediterrâneo foi pelo terceiro ano consecutivo a mais letal do mundo para os imigrantes e refugiados que fugiram dos seus países em busca de uma vida melhor, denunciou hoje a Organização Internacional das Migrações (OIM).
Em 2016 morreram 5.079 pessoas quando tentavam cruzar o Mediterrâneo, em comparação com os 3.777 mortos em 2015 e os 3.279 registados em 2014.
No total, em 2016, 7.495 migrantes e refugiados perderam a vida no mundo durante a sua travessia em busca de um lugar melhor para viver, na generalidade para escaparem aos perigos da guerra e às privações, e a rota do Mediterrâneo permanece a larga distância como a mais mortífera, com a segunda rota, do norte de África, a registar 1.124 vítimas mortais.
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