Representantes do movimento em defesa dos colégios com contrato de associação deixaram hoje 2.500 cartas no Ministério da Educação a reivindicar a manutenção dos contratos de três anos celebrados com a anterior equipa ministerial.
Em causa está a redução do financiamento por parte do Ministério da Educação a metade dos 79 colégios que no próximo ano não poderão contar com este apoio para abrir turmas de início de ciclo (5.º, 7.º e 10.º ano) por existirem escolas públicas próximas e com capacidade para receberem os alunos
"As cartas foram escritas à mão por cada um dos professores, em que cada um teve a liberdade para escrever o que sentia", explicou Júlio Rosa, professor no Centro de Estudos de Fátima, que na sua carta pediu "o cumprimento dos contratos por três anos".
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