A African Wildlife Foundation defende que Moçambique tem um "papel fundamental a desempenhar no combate ao tráfico de animais selvagens", uma atividade que diz estender-se à África do Sul e ser facilitada nos portos moçambicanos.
"Os governos de Moçambique e da África do Sul reconheceram publicamente a necessidade de proteger a fronteira entre os dois países e assumiram compromissos públicos para trabalhar em conjunto no combate à caça ilegal e tráfico de animais selvagens em ambos os lados da fronteira. Ainda esperamos ver um verdadeiro compromisso e dedicação de recursos para este fim pelo governo de Moçambique", afirmou à agência Lusa a porta-voz da African Wildlife Foundation.
"Caçadores furtivos continuam a invadir os parques e reservas da África do Sul. Além da porosa fronteira Moçambique-África do Sul, a fronteira com a Tanzânia também carece de aplicação da lei sobre a vida selvagem, e os portos de Moçambique facilitam o contrabando de chifres de rinoceronte, entre outros, para o exterior. Portanto, Moçambique tem um papel decisivo a desempenhar", acrescentou Kathleen Garrigan.
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