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Correio da Manhã

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Nove condenados no "caso das funerárias"

O Tribunal de Portimão condenou esta quinta-feira nove dos 17 arguidos do "caso das funerárias" a penas de prisão entre 16 meses e os dois anos, suspensas na sua execução, e outros três a 150 dias de multa. Os restantes arguidos foram absolvidos.
19 de Fevereiro de 2009 às 19:43
O caso remonta a 2004 e culminou em 2005 com a detenção de vários arguidos
O caso remonta a 2004 e culminou em 2005 com a detenção de vários arguidos FOTO: José Carlos Campos

Os 17 arguidos estavam acusados da prática de crimes de corrupção activa e passiva, por alegadamente terem concebido um esquema que permitia às agências funerárias obter informações privilegiadas sobre os óbitos ocorridos no Hospital de Portimão.

Em julgamento, iniciado em Novembro de 2008, estavam oito arguidos ligados a quatro funerárias, seis funcionários do Hospital do Barlavento Algarvio e do Gabinete de Medicina Legal e três bombeiros.

O tribunal de Portimão deu como provados os crimes de corrupção de quatro das oito pessoas ligadas a agências funerárias, condenando-as as penas de prisão entre um e dois anos, mas suspensas, absolvendo as restantes quatro.

Cinco dos seis funcionários hospitalares foram condenados a penas de prisão entre os 16 meses e os dois anos e seis meses, também suspensas na sua execução, três dos quais pelos crimes de corrupção passiva e de abuso de poder e dois por abuso de poder.

Os três bombeiros foram condenados a penas de 150 dias de multa, a cinco euros diários, pelos crimes de abuso de poder.

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