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Líder da UNITA diz que BES Angola é caso de polícia

Há várias questões "que configuram inconstitucionalidades", disse Samakuva.
Lusa 30 de Outubro de 2014 às 15:13
Isaías Samakuva
Isaías Samakuva FOTO: Mário Cruz/Lusa

O presidente da UNITA, Isaías Samakuva, considerou esta quinta-feira que o que se passa no BES Angola configura "um caso de polícia" e lamentou que, "ao contrário de em Portugal, em Angola fazem-se perguntas mas não há resposta".

No final de um discurso em Lisboa no 'International Club de Portugal', já na fase de perguntas e respostas, o presidente da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) admitiu ter sido "tentado a colocar o BESA no discurso", mas explicou que "como há uma evolução todos os dias", achou ser "um terreno escorregadio que não devia mencionar".

Há várias questões, disse, "que configuram inconstitucionalidades e uma atitude e comportamento não transparente" das autoridades, disse o presidente da UNITA, respondendo a uma questão do deputado do CDS-PP José Ribeiro e Castro, que integra a comissão de inquérito ao que se passou na gestão do grupo e do banco Espírito Santo.

O Banco Espírito Santo Angola (BESA) vai passar a assumir a denominação de Banco Económico SA e entre os novos acionistas encontram-se o grupo público angolano Sonangol e o Novo Banco português, informou na quarta-feira o Banco Nacional de Angola.

UNITA Isaías Samakuva BES Angola
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