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Obra de Lucílio Manjate revelou "cunho mais ousado" e "inteligência" - Mia Couto

Lusa 13 de Março de 2017 às 18:22

O escritor Mia Couto, que presidiu ao júri da primeira edição do Prémio Literário Eduardo Costley-White, realçou hoje o "cunho mais ousado" e a "inteligência" do romance "Rabhia", de Lucílio Manjate, que o levou a arrecadar o galardão.

"Há aqui um cunho mais ousado, e o uso de uma inteligência neste livro, que faz de uma história aparentemente policial - a natureza da escrita sugere uma história policial -, mas o que ele faz é percorrer aquilo que são as entranhas de uma sociedade como é a moçambicana, mas que podia ser do mundo inteiro", afirmou Mia Couto.

Referindo-se ao livro, hoje, na Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), durante a entrega do prémio, Mia Couto afirmou: "Há ali uma história que é profundamente humana, que é contada de uma maneira muito, muito original. A originalidade e aquilo que é uma escrita de caráter único, foi o que nos ajudou a distinguir" a obra.

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