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OCDE: Passos defende que não há margem orçamental para baixar TSU às empresas

8 de Julho de 2014 às 15:15

O primeiro-ministro defendeu hoje que não há margem orçamental para baixar a Taxa Social Única (TSU) paga pelas empresas, como recomenda a OCDE, e remeteu a discussão da política fiscal para o Orçamento do Estado para 2015.

"Uma baixa significativa da TSU que permitisse um ganho de competitividade expressivo obrigaria a uma subida de outros impostos significativa também. Ora, aquele que mais frequentemente é apresentado como uma contraparte para fazer esta compensação, que é o IVA, não creio, na situação em que estamos hoje, que tivesse condições para poder compensar uma descida significativa da TSU", declarou Pedro Passos Coelho.

"Na verdade, não temos margem orçamental para a realizar, neste período", acrescentou o primeiro-ministro, na sua residência oficial, em Lisboa, numa conferência de imprensa conjunta com o secretário-geral da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE), José Ángel Gurría.

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