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OE2017: Industría Agro-Alimentar considera imposto sobre refrigerantes "discriminatório e populista"

15 de outubro de 2016 às 11:56

A Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares (FIPA) apelou hoje ao Governo e ao Parlamento para que reavaliem o imposto sobre os refrigerantes incluído no Orçamento de Estado para 2017, considerando-o "discriminatório, populista e sem qualquer efeito comprovado ao nível da saúde pública".

A FIPA - que tem como associados entidades como a PROBEB- Associação Portuguesa das Bebidas Refrescantes Não Alcoólicas, ou empresas como a Coca-Cola Portugal, a Nestlé, a Pepsico ou a Sumol-Compal - recorda os "meses" de trabalho conjunto com o Ministério da Saúde "numa proposta consistente e séria de reformulação progressiva" dos produtos desta indústria.

"Foi por diversas vezes afirmado pelo Secretário de Estado Adjunto e da Saúde que o trabalho conjunto era visto como uma resposta eficaz às atuais preocupações do Ministério e que seria até mais eficaz do que um modelo de impostos", recorda a associação.

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