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ONGD lusófonas reclamam mais segurança para ativistas após morte em Moçambique

Lusa 15 de Outubro de 2019 às 03:10

A rede de organizações não governamentais lusófonas (RePLONG) apelou para um reforço da segurança dos ativistas, numa tomada de posição conjunta, na qual condenam a morte do observador eleitoral moçambicano Anastácio Matavel.

As plataformas que integram a RePLONG enviaram aos respetivos Governos um apelo, em forma de carta, "para que, no diálogo político com Moçambique, haja um reforço da segurança dos ativistas e da proteção do espaço da sociedade civil", segundo informação da Plaforma Portuguesa de ONGD a que a agência Lusa teve hoje acesso.

O diretor executivo do Fórum de ONG Nacionais de Gaza e presidente da Assembleia-Geral da Liga das ONG de Moçambique (JOINT), Anastácio Matavel, foi assassinado, a 07 de outubro, quando saia de uma formação para observadores eleitorais em Xai-Xai, capital da província de Gaza, no sul do país.

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