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Correio da Manhã

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ONU monitoriza aumento de pedidos de asilo vindos da Venezuela

Venezuelanos têm requerido asilo em vários países do continente americano.
Lusa 31 de Agosto de 2017 às 06:06
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi
O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi

O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi, afirmou, na quarta-feira, que monitoriza de perto o aumento do número de venezuelanos que têm requerido asilo em vários países do continente americano.

"Temos visto um aumento [do número] de pessoas venezuelanas que procuram asilo. Temos assistido [a isso] nos Estados Unidos e no México, e também na Costa Rica", declarou Filippo Grandi, numa conferência de imprensa na capital, San José.

"Estamos a observar de perto a situação e a cooperar com os países que estão a receber [venezuelanos] e também com a Venezuela, que ao longo da história tem sido uma nação que acolhe muitos refugiados, principalmente colombianos", afirmou.

Grandi afirmou esperar que a situação na Venezuela estabilize: "Há muitos problemas no país. Problemas económicos, sociais, falta de bens de primeira necessidade, violência e grupos que são perseguidos".

O diplomata italiano encontra-se na Costa Rica, no âmbito de uma viagem que o levou já ao México, Guatemala, El Salvador e Honduras, focada na crise dos deslocados pela violência no Triângulo Norte da América Central.

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