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Mário Machungo contra monopólio da banca em Moçambique

O Ex-presidente do Millenium bim considera que não deve existir uma única instituição a dominar o mercado moçambicano.
Lusa 26 de Maio de 2015 às 15:04
Mário Machungo defende mercado bancário concorrencial
Mário Machungo defende mercado bancário concorrencial FOTO: LUSA

O anterior presidente do Millennium bim, Mário Machungo, considera que o Banco Central de Moçambique deve "criar condições para que não haja predomínio de uma instituição única que domine todo o mercado", em caso de fusão entre o BPI e BCP.

Em declarações à Lusa, em Lisboa, onde participou no colóquio internacional organizado pela Casa dos Estudantes do Império, Mário Machungo defendeu um mercado bancário concorrencial, manifestando-se convicto de que a autoridade moçambicana se vai posicionar neste sentido.

"A competição, a concorrência é salutar e penso que a autoridade monetária moçambicana se vai posicionar neste sentido, de modo a defender este ambiente que já está criado, o da existência de várias instituições de diferentes dimensões que apresentam propostas de valor ao mercado diferentes", disse o economista moçambicano, que foi primeiro-ministro e ministro do Plano moçambicano.

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