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Correio da Manhã

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Ordem de Malta aceita demissão de grão-mestre Matthew Festing

Após exigência feita pelo papa Francisco.
28 de Janeiro de 2017 às 20:07
Crise foi desencadeada pela distribuição de preservativos, banidos pela Igreja Católica, pelos dispensários da Ordem de Malta
Crise foi desencadeada pela distribuição de preservativos, banidos pela Igreja Católica, pelos dispensários da Ordem de Malta
Crise foi desencadeada pela distribuição de preservativos, banidos pela Igreja Católica, pelos dispensários da Ordem de Malta
Crise foi desencadeada pela distribuição de preservativos, banidos pela Igreja Católica, pelos dispensários da Ordem de Malta
Crise foi desencadeada pela distribuição de preservativos, banidos pela Igreja Católica, pelos dispensários da Ordem de Malta
Crise foi desencadeada pela distribuição de preservativos, banidos pela Igreja Católica, pelos dispensários da Ordem de Malta
Crise foi desencadeada pela distribuição de preservativos, banidos pela Igreja Católica, pelos dispensários da Ordem de Malta
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Crise foi desencadeada pela distribuição de preservativos, banidos pela Igreja Católica, pelos dispensários da Ordem de Malta
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Crise foi desencadeada pela distribuição de preservativos, banidos pela Igreja Católica, pelos dispensários da Ordem de Malta
Crise foi desencadeada pela distribuição de preservativos, banidos pela Igreja Católica, pelos dispensários da Ordem de Malta
Crise foi desencadeada pela distribuição de preservativos, banidos pela Igreja Católica, pelos dispensários da Ordem de Malta
A Ordem de Malta aceitou hoje a demissão do grão-mestre, exigida pelo papa Francisco, e restabeleceu o "número três", cujo afastamento deu origem a uma crise, anunciou em comunicado.

Os cavaleiros de Malta aceitaram também o "delegado papal" que Francisco vai nomear para chefiar a ordem, encarregado da "renovação espiritual" da Ordem.

O atual "número dois", o grão-comandante Ludwig Hoffman von Rumerstein, e o próximo grão-mestre, quando for eleito, vão ocupar-se do governo da Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, em particular, e do relacionamento com os Estados.

A crise foi desencadeada pela distribuição de preservativos, banidos pela Igreja Católica, como todos os contracetivos, pelos dispensários da Ordem de Malta no Sudão do Sul, Quénia e Birmânia (Myanmar).

Este caso levou ao afastamento, no início de dezembro, do "número três" e grão-chanceler da Ordem de Malta, o alemão Albrecht Freiherr von Boeselager.

A Ordem, nascida durante as cruzadas, parece dividida entre defensores de uma visão tradicional e vozes mais progressistas, que pretendem desenvolver atividades humanitárias.

Ativa em 120 países, a ordem administra hospitais e clínicas, com 13.500 membros e 100 mil funcionários ou voluntários.

A presença do cardeal norte-americano ultra-conservador Raymond Burke, um dos principais opositores do papa, agravou a posição da ordem relativamente à nomeação de uma comissão de inquérito, para avaliar a demissão de Boeselager.

Nomeado para o cargo honorífico de representante do Vaticano junto dos cavaleiros de Malta, quando Francisco o afastou do governo da Santa Sé, Burke terá incentivado o grão-mestre a afastar Boeselager.

A 21 de dezembro, o papa nomeou uma comissão de inquérito para avaliar a demissão do grão-chanceler, primeira etapa de uma batalha de comunicados com a Ordem, com o grão-mestre a denunciar uma ingerência nos assuntos internos dos cavaleiros de Malta.

Matthew Festing, 79.º grão-mestre da Ordem de Malta, apresentou a demissão na terça-feira, durante um encontro com o papa.

O cargo de grão-mestre é habitualmente vitalício.

Reunido hoje, o "soberano conselho" da Ordem ratificou a demissão de Festing, reincorporou Boeselager e "agradeceu ao papa pela solicitude e apoio".
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