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Página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa na Internet está já acessível

Além da página da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL), o movimento Anonymous atacou a 25 de abril sítios da EDP, da Sonae e de partidos políticos.
6 de Maio de 2014 às 22:00

A página na Internet da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa, alvo de ataque informático reivindicado pelo movimento Anonymous a 25 de abril, está novamente disponível desde esta terça-feira.

Desde 26 de abril passado que a página da PGDL estava inacessível preventivamente, para proteção dos ataques de "hackers" aos servidores que alojam sítios do Ministério Público. Nesse mesmo dia, a Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou o "ataque informático" e anunciou que "foram tomadas todas as providências necessárias para resolver a questão, do ponto de vista técnico".

Em comunicado, a PGR comunicou na altura que "foi também aberto um inquérito-crime com vista à investigação destes factos". A PGR frisou ainda que "80 por cento do site" da PGDL "é informação de acesso livre, com fins informativos e formativos" e que os dados de acesso restrito são "informações de logística, como contactos e mapas de férias".

No Facebook, o movimento Anonymous referiu que "o povo está acordado e unido para combater este Governo e as suas políticas capitalistas" e justificou o ataque ao sítio da PDGL com "as prescrições e inércia em processos judiciários".

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