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PAIGC admite "críticas" ao recenseamento, mas momento é de contribuir

Lusa 29 de Outubro de 2018 às 08:15

O presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde admitiu ter "críticas" ao recenseamento eleitoral no país, mas que o momento é de contribuir para que as legislativas se realizem em 2018.

"O próprio PAIGC tem críticas a fazer à forma como determinadas coisas estão a acontecer, mas nós partimos do pressuposto que estamos numa situação anormal, atípica, e mais do que as nossas críticas e o apontar das insuficiências o que se espera de nós é contribuir para que o povo possa de facto exercer esse direito soberano de escolher os seus representantes", afirmou em entrevista à Lusa Domingos Simões Pereira.

O processo eleitoral para as legislativas, marcadas para 18 de novembro na Guiné-Bissau, tem sido bastante criticado pelos partidos políticos e pela sociedade civil, principalmente o recenseamento, que começou atrasado a 20 de setembro.

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