Pancadaria na assembleia geral do Sporting

A assembleia geral do Sporting ficou esta quarta-feira marcada por situações de violência entre apoiantes da direcção e críticos desta. Em causa a aprovação do projecto Roquette, que visa transformar o clube numa empresa e que levou à criação de uma Sociedade Anónima Desportiva para gerir o futebol profissional.
13.10.10
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O relatório de contas do Sporting relativo ao primeiro semestre do ano e que apresenta um passivo de 3 675 mil euros foi aprovado, mas por margem escassa.

Dos 805 sócios presentes na assembleia, 59,84 por cento foram favoráveis, 36,9 por cento contra e 3,17 por cento em branco, naquela que, segundo alguns sócios do Sporting, terá sido a margem mais curta na aprovação de um relatório de contas.

Alguns sócios questionaram-se sobre o passivo galopante que o clube apresenta, embora Bettencourt tenha alertado que conseguiu reduzir os juros da dívida ao banco, assim como o passivo em 25 milhões de euros.

AG decorreu num clima de tensão que levou mesmo ao reforço do contigente policial devido à cena de pancadaria.

Depois da aprovação do relatório de contas alguns sócios inscreveram-se na mesa da AG para discutirem o estado da nação leonina nomeadamente da equipa de futebol.

REACÇÕES

"Aprovação do relatório de contas foi um cartão amarelo a Bettencourt e à direcção dele": Pedro Faleiro Silva, presidente da Associação de Adeptos

"Votação reflectiu descontentamento. O Sporting está tão mau, que o caminho a seguir só pode ser melhor": Paulo Pereira Cristóvão

"Ninguém devia ter votado contra o Orçamento.": Menezes Rodrigues, Conselheiro leonino

"Todos nós somos treinadores. é evidente que os últimos resultados não ajudam". [sobre Costinha] "Não merece que digam que é de outro clube": Dias Ferreira, Presidente da mesa da AG 

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