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Pedida libertação de ativistas detidos em Luanda por "excesso de prisão preventiva"

Lusa 21 de Setembro de 2015 às 17:40

O advogado dos 15 ativistas angolanos detidos desde junho em Luanda, por suspeita de prepararem um golpe de Estado, apresentou hoje um requerimento a solicitar a libertação destes jovens, alegando "excesso de prisão preventiva".

A informação foi prestada à Lusa pelo advogado Walter Tondela, confirmando que deu entrada com esse requerimento junto da Procuradoria-Geral da República (PGR) angolana por estar esgotado o prazo máximo de 90 dias de prisão preventiva sem que se conheça um despacho de acusação dos crimes atribuídos a estes jovens.

"O prazo esgotou-se no domingo [20 setembro], hoje é o primeiro dia útil e não fomos ainda notificados [da acusação]. Requeremos a liberdade provisória dos nossos consulentes, mediante o pagamento de uma caução ou termo de identidade e residência", explicou o advogado, que defende 12 destes ativistas.

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