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Correio da Manhã

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PENA MÁXIMA PUNE HOMICÍDIO NO KREMLIN

A pena máxima de 25 anos de prisão foi ontem aplicada pelos juízes do tribunal da Boa Hora a dois indivíduos que faziam parte de um grupo de quatro, envolvido no homicídio, em Março de 2001, de um porteiro da discoteca Kremlin, em Lisboa. A mesma pena tinha já sido atribuída aos outros dois elementos do grupo.
15 de Julho de 2003 às 03:00
PENA MÁXIMA PUNE HOMICÍDIO NO KREMLIN
PENA MÁXIMA PUNE HOMICÍDIO NO KREMLIN FOTO: Manuel Moreira
Sérgio Reis foi baleado por quatro homens em Março de 2001 e no tiroteio ficaram feridas mais quatro pessoas.
Os indivíduos ontem condenados, os primos Bruno Baptista, de 21 anos, e Paulo Santos, de 30, andaram a monte mas acabaram por ser presos em Espanha, na sequência de mandados de captura internacionais.
Os juízes voltaram a ter mão pesada com os envolvidos no homicídio de Sérgio Reis e condenaram os primos a 19 anos de prisão pelo crime de homicídio qualificado, sete anos por oito tentativas de homicídio e um ano por posse ilegal de armas. Mas o total de 27 anos ficou reduzido a 25, cúmulo permitido pela lei em Portugal.
Naquela madrugada de 17 de Março de 2001, o grupo dirigiu- -se àquele estabelecimento e, ao ser-lhe negada a entrada, e após uma breve troca de palavras com o porteiro e os seguranças, os indivíduos recuaram e abriram fogo com três armas de calibre 7,35 mm e uma de calibre 45, disparando, pelo menos, 20 tiros, dois dos quais atingiram o porteiro na cabeça.
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