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Pequim opõe-se ao teste balístico da Coreia do Norte

A China vai continuar a "acompanhar de perto a situação".
Lusa 9 de Janeiro de 2017 às 10:10
China
Bandeira da China
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O governo da República Popular da China disse esta segunda-feira estar "profundamente preocupado" depois da Coreia do Norte ter anunciado a capacidade para testar um míssil balístico intercontinental "a qualquer momento e em qualquer local".

"A situação atual na península coreana continua a ser complexa e sensível. Urgimos todas as partes a abster-se na escalada da tensão", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Lu Kang, durante uma conferência de imprensa em Pequim.

O porta-voz recordou que o Conselho de Segurança das Nações Unidas tomou posição "de forma explícita" contra o desenvolvimento de mísseis balísticos por parte de Pyongyang, referindo-se às sanções adotadas em 2016 sobre o regime de Kim Jong-un.

"A China vai continuar a acompanhar de perto a situação e a contribuir para manter a paz e a estabilidade na região", acrescentou.

A República Popular da China, principal apoiante da Coreia do Norte, distanciou-se de Pyongyang nos últimos tempos por causa dos últimos testes armamentísticos mas opõe-se igualmente à presença do escudo antimíssil THAAD, instalado pelos Estados Unidos, na Coreia do Sul.

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