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PM diz que estava convencido que contribuições para Segurança Social eram "opção"

Passos Coelho tinha uma dívida de mais de 2.800 euros à Segurança Social.
Lusa 2 de Março de 2015 às 12:51
O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho
O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho FOTO: João Relvas/Lusa

O primeiro-ministro disse esta segunda-feira que estava convencido que há 15 anos as contribuições para a Segurança Social dos trabalhadores independentes eram "de opção" e sublinhou que não teve qualquer intenção de não cumprir as suas obrigações contributivas.

"Eu não tinha consciência que essa obrigação era devida durante esse período, evidentemente que poderia ter tido conhecimento disso por outra via e poderia até ter sido notificado pela Segurança Social na altura dessa situação, mas não fui. Não existe, portanto, da minha parte nenhuma intenção de não cumprir com essas obrigações, estava convencido que elas eram, nessa época, de opção e que, portanto, eu não tinha esses anos de carreira contributiva", afirmou o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho.

Passos Coelho, que respondia a questões dos jornalistas à margem de uma visita ao SISAB, referiu ainda que a dívida que tinha de mais de 2.800 euros à Segurança Social - correspondentes às contribuições entre outubro de 1999 e setembro de 2004, está saldada e que não invocou a sua prescrição como poderia ter feito.

Segurança Social Pedro Passos Coelho
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