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Polícia chinesa acusa familiares de dissidente do crime de incêndio florestal

Lusa 29 de Março de 2016 às 06:51

A polícia chinesa acusou os familiares de um dissidente chinês a viver no estrangeiro do crime de incêndio florestal, após este ter referido num artigo e entrevista uma carta crítica do Presidente da China.

"O Gabinete de Segurança Pública de Xichong [província de Sichuan] abriu uma investigação de acordo com a lei a Zhang e aos seus dois filhos", revelaram as autoridades através da conta oficial no Sina Weibo, o Twitter chinês.

O pai e os dois irmãos mais novos de Chang Ping, jornalista radicado na Alemanha, estão sob investigação por terem alegadamente causado um incêndio, após acenderem incenso como parte de uma cerimónia de culto aos antepassados.

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