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Correio da Manhã

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Portas acusa Governo de publicidade enganosa

O líder do CDS-PP, Paulo Portas acusou este sábado, no segundo dia do XXII congresso do partido, o Governo socialista de ter feito “publicidade enganosa” durante a campanha eleitoral e de demonstrar “crueldade social”, especialmente para com os mais pobres.
19 de Maio de 2007 às 13:51
Paulo Portas começou a sua intervenção por relembrar as promessas de José Sócrates de não aumentar os impostos e criar 150 mil novos postos de trabalhos, durante a campanha eleitoras.
“O Governo socialista é um caso óbvio de publicidade enganosa: usa e abusa de despudor democrático e a sua política é cada vez mais caracterizada por uma crueldade social que não podemos aceitar nem partilhar”, declarou o dirigente, no discurso da apresentação da sua moção de estratégia.
“Qual dos dois engenheiros José Sócrates é verdade? Não era o da publicidade, é o da realidade”, salientou Paulo Portas, voltando a acusar o Primeiro-ministro de querer “privatizar o Estado e nacionalizar a sociedade civil”, dando como exemplos a nomeação de Guilherme d’Oliveira Martins, ex-vice-presidente do grupo parlamentar socialista, para o Tribunal de Contas, ou a de Rui Pereira para ministro da Administração Interna, depois de ter sido nomeado, há menos de dois meses, juiz do Tribunal Constitucional.
Paulo Portas referiu ainda que que a intenção do Executivo de construir um novo aeroporto na Ota "é uma teimosia", salientando que os argumentos económicos e de segurança são contrários a esta opção.
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